Adilson Bombassaro

Definir a monarquia para quem vive longe dela pode não ser fácil. A cultura e o conservadorismo milenar fazem dos britânicos súditos fiéis. Mesmo sendo mais forte na Inglaterra e Escócia, o respeito a monarquia se estende pelas 14 repúblicas que integram o Reino Unido. A longeva Rainha Elizabeth II bateu todos os recordes de tempo no cargo. A tal ponto que seu filho ao assumir como Rei Charles III aos 74 anos, não vê perspectivas de um reinado que possa ser marcante. Na Grã-Bretanha para ser Rei ou Rainha com reinado marcante é preciso carisma. Não basta o glamour, carruagens e castelos. O Reino Unido não é governado pela monarquia. O parlamento escolhe o primeiro-ministro e com ele governa. Ao (a) monarca, o primeiro-ministro e o parlamento devem respeito como manda a velha tradição. O cerimonial de sepultamento da Rainha Elizabeth II foi alongado para mais de 10 dias. É parte dessa tradição de levar o personagem ao inesquecível. A Inglaterra vai continuar com seus problemas de desabastecimento, inflação alta, desemprego e pressão da Rússia por ter se envolvido nas malfadadas manobras da OTAN na guerra Ucrânia-Rússia. Escolheu o lado tido como correto. Preferiu os amigos que não trazem benefícios e junto com a Europa foi subjugada por Vladimir Putin. Ter optado por sair da União Europeia após uma pesquisa que não foi levada a sério pela população, o Reino Unido vem somando problemas e arrependimentos. O período previsto para readaptação de economia aberta para restrita não foi suficiente. Margareth Thatcher está fazendo falta. A conhecida “Dama de Ferro” foi a primeira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra britânica (1979). A Europa se encontrava em recessão econômica diante da quase incontrolável crise do petróleo, inflação alta e desemprego. Ele venceu a turbulência social como líder do partido conservador inglês. Dentre as medidas de mudanças promoveu a redução de impostos e promoveu reformas institucionais nos sindicatos trabalhistas. Uma pessoa que não era emocionalmente danificada. Para nós Sul-americanos entender essa empatia requer reflexões. Quando analiso os valores da cultura russa concluo que os ocidentais jamais entenderão os orientais. Quando se referem aos americanos e por extensão a nós, são enfáticos: os americanos nos descrevem como tontos que seguem ordens sem pensar, ou que obedecem ao que psicopatas mandam. A América se baseia numa grande mentira. Essa mentira é chamada democracia. O homem rico tem direito a tudo, enquanto o trabalhador não tem nada. Eles tratam as mulheres como servas e não permitem que negros tenham abrigo. Eles espalham a democracia por nações que doam suas riquezas por migalhas. Mas se esses países estatizarem suas minas e fábricas, os americanos enviam seus exércitos para proteger a democracia. Nós (russos) acreditamos no valor de um homem, enquanto eles só se importam com o preço dele. Nós nunca vamos nos entender. Entender a monarquia e o socialismo/comunismo tem complexidade. Os valores culturais fazem as nações. Julgá-los depende da ótica e desejo de cada um. As diferenças conspiram contra a paz. O preço da LIBERDADE é a eterna vigilância. BOA SEMANA!  

16/09/2022– 09:51

Duzentos anos da Independência do Brasil foi comemorado com ordem. As manifestações nas principais cidades brasileiras juntaram multidões de gente do bem. O brado principal invocou ‘liberdade”. E não há liberdade se não houver democracia que garanta o pleno direito a escolha. Muitas foram as tentativas para detonar o brilho das manifestações. Frustraram-se! O Brasil tem no verde e amarelo o principal símbolo da sua grandeza. Foi assim que as famílias de forma ordeira foi as ruas. E para quem ainda não se acostumou com civilidade, o brasileiro de boa índole demonstrou ao longo de todas as manifestações o verdadeiro espírito de patriotismo. Manifestações do porte trazem conotações políticas. Historicamente sempre funcionou assim. É só rastrear os registros. O poder por mais decente que seja no seu exercício, leva a esse contexto. A menos de um mês das eleições as estratégias saem a campo. Coordenadores de campanha sabem que pesquisa não ganha eleição, que bandeira na rua também não. Ninguém se elegerá no grito. O voto consciente e na maioria das vezes silencioso, é que decidirá nas urnas. Tenho dito na coluna que as próximas eleições no Brasil se revestem da maior importância para a democracia no continente. Somos o último bloco de resistência as tentativas de socialização das Américas. O brasileiro está lutando pelo direito de escolha, pelo uso de sua vocação de construir e fazer parte. Luta pela família, pelo direito de expressão e educação dos filhos. A direita foi as ruas. As oposições recolheram-se provavelmente por não terem nada para mostrar. Patriotas vão as ruas com suas bandeiras, camisas e levam seu lanche. Manifestantes de ocasião dependem de cachê e do pão com mortadela. Só para registro, o MST e outros movimentos de invasores baderneiros estão à míngua desde que o atual governo cortou as indevidas e polpudas verbas dos cofres públicos. Numa análise de situação, a posição econômica e social do Brasil é favorável. Com a Europa desconstruída politicamente e brigando por suas ideologias, nós seguimos crescendo. O desemprego caiu de 14,0 para 9,0 milhões de desempregados. Deflação deve atingir três meses na posição deflacionária. As expectativas de crescimento do PIB – Produto Interno Bruto – vem superando as previsões do BC – Banco Central. O Brasil atrai capital externo para investimentos nas áreas de infraestrutura. No agronegócio temos um dos mais fortes pilares para equilíbrio da balança financeira. As privatizações tiram ônus do Estado. Os programas sociais de auxílio emergencial e Brasil deu fôlego as atividades econômicas e emprego. Mudanças na Petrobras acalmou o “feudo” que conspirava contra a economia e as pessoas. Como ninguém, o Brasil sai forte da crise. Mas existe uma corrente que se opõe a liberdade e ao capitalismo democrático. Se veem, não enxergam. Basta olhar para nossos vizinhos. Inflação e juros acima de 60%. Classe média foi relegada ao ostracismo. Saúde precária, desabastecimento, desemprego, violência, prisões e mortes. O continente sul-americano está em risco. A cegueira é geral. O Brasil não pode ser dominado por oligarcas que se instalam no poder e de lá, mandam suas migalhas ao povo. Enquanto a trupe se farta em eventos nababescos. BOA SEMANA!

09/09/2022– 09:38

Motivos não faltam para sermos otimistas. Depois da deflação de julho, agosto se apresenta com índice deflator ainda melhor (-0,75). O PIB foi revisto de 2% para 2,02% pelo do Banco Central. Num cenário de crise atingindo grande parte da economia mundial, os olhares se voltam para o Brasil. Se fecharmos 2022 com as previsões confirmadas, teremos um ano que pode nos dar fôlego para 2023. Estamos em ano de eleições e a partir de janeiro tudo pode mudar. Um novo governo dificilmente terá uma equipe econômica competente como a de Paulo Guedes. A corrida ao planalto parece mesmo entre Jair Bol-sonaro (PL) e Luiz Inácio (PT). Ciro Gomes (PDT) tenta validar a terceira via dele. Simone Tebet (MDB) faz campanha pelo Partido mais dividido do país. O fundo eleitoral deles é de R$ 349,9 milhões. Precisam gastar. Na campanha eleitoral desta semana foi a vez das entrevistas na TV Globo para candidatos à Presidência. Vi nas redes sociais vídeos das participações de Bolsonaro e Ciro Gomes. Ciro esteve à vontade com Willian Bonner e Renata Vasconcellos. Sorrisos e simpatias foram fartos. Ciro é dono de uma retórica com narrativas que encantam os menos avisados. Fala mentiras com uma elegância e eloquência que quem não conhece acredita. Já na entrevista com Bolsonaro vi jornalismo catástrofe, tomado de ódio. A regra básica para entrevistas é não maltratar o convidado. Perguntas com o dedo em riste interrompendo respostas fazendo pressão para a desconcentração. Cinismo e ironia a todo instante. Desrespeitosos quando deveriam ser profissionais. A imagem que fica é a da falência moral daquela que já foi uma emissora respeitada. Os valores do fundador Roberto Marinho estão se perdendo na incompetência e covardia dos herdeiros. O mundo mudou e a Globo não aprendeu a viver sem o dinheiro farto das verbas públicas. Não foi JB ou o “Véio da Havan” que cortou os salários dos jornalistas ou demitiu pessoas na Globo. Foi a incompetência. Os bons resultados da economia brasileira, fruto das ações eficazes do governo atual, não são divulgados no consórcio de imprensa encabeçado pela Globo e outras viúvas das verbas públicas. Sobreviver passa por vender a alma ao diabo. Querem a volta da esquerda e com ela as polpudas verbas sacadas do dinheiro do contribuinte. Nada contam sobre as dificuldades que as grandes potências enfrentam. Então eu conto: a Espanha e Portugal enfrentam grandes incêndios. Na China falta mão de obra qualificada e matéria prima. O Japão ativou usinas nucleares. Holanda, França e Itália as voltas com greves. Na Inglaterra greve na aviação e falta combustível. Na Alemanha já falta gás para aquecimento. Nos EUA a recessão bate à porta. Essas potências subjugadas pela Rússia lutam para controlar a inflação que se aproxima a dois dígitos. Na Argentina 50% da população está na pobreza. A inflação supera os 60%. Na Venezuela gente morre de fome ou foge porque o lixo é insuficiente para alimentar os excluídos. Estamos num paraíso ameaçado pelas diretrizes do Foro de S. Paulo. O projeto do socialismo para nosso continente pode ser estancado aqui. O Brasil é a última esperança. Mesmo se prenderem o “Véio da Havan”.

01/09/2022– 11:11

Com o desagradável vento frio de agosto começou a campanha eleitoral. Para as alergias dá-se um jeito. Para a cilada das falsas promessas vai ser preciso filtro e paciência. A liberdade garantida ao cidadão pela Constituição é sufocada quando os interesses dos donos do poder são ameaçados. Ainda vivemos numa democracia controlada e fragilizada. Fale o que quiser desde que seja aquilo que “eles” querem ouvir. A velha máxima do “seu direito termina onde começa o meu” é discutível quando embrenhamos na seara da política e do poder. Somente com o voto consciente é possível amadurecer o verdadeiro Estado de Direito. O Brasil precisa continuar no rumo da consolidação dos valores democráticos. Não se faz uma Nação livre com o crescente empoderamento do Legislativo e do Judiciário. Nem o Executivo pode ser autoritário. Nenhum poder pode extrapolar a Constituição. Se ela está ultrapassada, que se mude então a Constituição, antes de desrespeitá-la. No próximo 7 de Setembro o país comemora o Bicentenário da Independência. Uma oportunidade para refletir sobre independência, democracia e liberdade. Um mês após iremos às urnas para defender exatamente esse trinômio. Que tipo de sociedade defendemos, que regime político e modelo econômico é melhor para a nação. Defendo a liberdade no sentido amplo. Uma sociedade livre e aberta para os direitos individuais, a democracia na política, ampla liberdade econômica e direito a propriedade. Nosso futuro como Nação será decidido em outubro. Não podemos cair na retórica das narrativas que buscam deliberadamente confundir a população. No Brasil os partidos de viés socialista não escondem suas preferências pelos modelos ditatoriais como os da Venezuela, Cuba e China. Essa ideologia vai nortear o capitalismo do Estado que só favorece os oligarcas nababescos instalados no poder. Economia estatizada e forte intervenção Estatal sob pretexto da igualdade social é forma de enganar a população. Querem controlar os meios de produção. Regular a imprensa, tributar pesadamente heranças e fortunas legítimas, e aumentar o poder do Estado. A intenção é clara. A ex-presidente Dilma Rousseff em visita a China disse recentemente: “a China representa uma luz nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”. O Brasil não é comunista e não está perdido na escuridão. A esquerda se vale da massa de manobra para garantir voto. No tempo do Coronelismo havia o que se chamava de voto de cabresto. É um tipo de voto obtido sob controle de alguém. Consciente ou não. Esse antigo sistema produz um controle político abusivo, impositivo e arbitrário. Uma espécie de mordaça ou freio aplicada numa camada ingênua da população. Não votam em candidatos livres. Preferem aqueles das narrativas enganosas que não diz claramente a nação qual é sua ideologia. Preterem políticos honestos que dizem claramente ao eleitor a sua ideologia, suas propostas e valores que defende. Precisamos saber que tipo de sociedade o candidato defende, qual o regime político e modelo econômico integram sua plataforma de trabalho. A velha guarda política, deliberadamente, tenta confundir a população. O futuro do Brasil não pode ficar à mercê de falsos discursos. BOA SEMANA!  

19/08/2022– 12:18

IBGE divulgou na última terça-feira (9) o índice da inflação de julho. Pela primeira vez desde maio de 2020 no início da pandemia de coronavírus, o Brasil teve deflação. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA usado nas metas de inflação) foi negativo de 0,68%. Desde que o IBGE iniciou a série de medição em 1980, esta é a menor taxa já registrada. Mesmo que esse efeito corra o risco de não ser duradouro, é animador. O cenário no restante do mundo é preocupante e pode respingar por aqui. Grandes potências lutam para conter a inflação em alta decorrente da crise internacional. Os preços estão altos e atingem todos os países. A elevação da inflação no mundo traz o risco da recessão. Países não acostumados com inflação como EUA, Alemanha, França e Reino Unido, estão procurando meios de controle. Nessa nova seara as superpotências são neófitas e observam as medidas econômicas do ministro da Economia Paulo Guedes. Os programas de distribuição de renda no Brasil através do auxílio emergencial, vale-gás, auxílio caminhoneiro e taxista, subsídio ao combustível e redução do ICMS, PRONAMPE, apoio ao agronegócio, FIES e outras medidas, trouxeram bons resultados. O Brasil é o país que está se saindo melhor após o pico da pandemia e dos efeitos do conflito Rússia-Ucrânia. Mesmo diante de um cenário que não é o ideal e até pela ressaca do “fique em casa e a economia a gente vê depois”, teremos um ano que não será lembrado como perdido. Ponto positivo que não se pode desconsiderar é a pesquisa do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Trata da extrema pobreza no período 2019-2022. O Brasil teve queda de 22%. Enquanto que no mundo, no mesmo período, houve alta de 15%. Na projeção do IPEA para 2022 o Brasil terá queda de 4% e o mundo alta de 9,9%. Foram consideradas famílias com renda menor de US$ 1,90 por dia. Teremos em 2023 novos desafios. Quem assumir a Presidência encontrará um cenário interno favorável para vencê-los. Nesse contexto, a iniciativa privada tem papel relevante. É ela que produz riquezas e gera desenvolvimento. O atual modelo nos é favorável, mas carece ainda das reformas emperradas no Congresso Nacional. A reforma administrativa, fiscal e política pode tirar o peso do Estado das costas de quem trabalha e produz. O país vive a ameaça do pensamento social-democrata, progressista e de esquerda. Querem um grande Estado, pesado e servil aos interesses de grupos instalados no poder. Querem sufocar gradualmente as empresas e a sociedade. Vale relembrar que no governo do PT foram gastos R$ 330 bilhões em Copa do Mundo, Olimpíadas e desvios na Petrobras, Correios, Eletrobras e outras. Muito dinheiro jogado fora com 7700 ONGS, MST e UNE. O Brasil patrocinou obras para os alinhados caloteiros como Bolívia, Argentina, Cuba, República Dominicana, Moçambique e Panamá. E as dívidas africanas perdoadas. O dinheiro público é para ser revertido em benefícios para a sociedade. De Sarney (1985) até Michel Temer 2018) a carga tributária passou de 24 para 34%. Dinheiro que vai e nem sempre volta. BOA SEMANA!

11/08/2022– 16:15

O mundo precisa de paz. Os efeitos da invasão da Rússia na Ucrânia é grande e as consequências de uma guerra sem data para terminar promovem efeitos duradouros. Milhões de inocentes tiveram suas vidas transformadas brutalmente. Perderam suas casas e o direito de ir à escola e ao trabalho. Amigos e familiares desaparecem pela vontade daqueles que patrocinam o conflito. Não há perspectiva de futuro. Para as vítimas resta alimentar a esperança de que um dia terão a oportunidade de recomeçar. Não sabem onde e nem como. Para as crianças ficarão marcas profundas. Aos idosos a desventura pelo desrespeito a sua história de vida. Numa guerra não há limites. Os algozes cometem crimes na certeza da impunidade. Assim escrevem nova história da mais recente tragédia humana. O desrespeito as soberanias das nações tem sido a origem de muitos conflitos. Nesse contexto, os americanos patrocinaram inúmeras guerras. Foi assim na intervenção no conflito entre as Coreias, no Afeganistão, no Vietnã, no Iraque, Síria, Paquistão, Líbia, Iêmen e Somália. Os objetivos são conhecidos: impedir a propagação do regime comunista, ou proteger as reservas de petróleo e combater as organizações terroristas como o Talibã, Estado Islâmico, Al-Qaeda e outros. Após o ataque de 11 de setembro (2001) aos EUA organizado por Bin Laden, os americanos decidiram combater esses movimentos em suas bases. Apenas um exemplo: no Paquistão o “Tio San” fez 424 ataques com drones. Destes, no governo Barack Obama foram 373 com dezenas de mortes de civis. Vale a pena fazer guerra sob a bandeira da paz? Como se contabiliza na consciência humana essas decisões? Por trás desses conflitos existe muito mais do que o cidadão comum pode imaginar. No Brasil não é diferente. Para entender certas decisões é preciso refletir muito. Recordo que em 2020 o ministro Edson Fachin do STF decidiu monocraticamente, com aprovação posterior no plenário com dois contras, a proibição de qualquer ação policial nas comunidades (favelas) do Rio de Janeiro durante a pandemia. A decisão foi decorrente do que se chamou a época de “chacina/massacre” que resultou na morte de 27 bandidos. Hoje, fazem falta para suas famílias e não para a sociedade. No raciocínio lógico, a ausência das forças militares por longo período só fortaleceu o crime organizado. Aumentaram o arsenal de armas, reconstruíram seus bunkers e expandiram seus negócios. Para a subjetividade da decisão as interpretações são muitas. Os americanos forneceram 50 bilhões de dólares em armamentos para a Ucrânia. Uma forma de comércio que favoreceu a indústria deles. Não importa quantas vidas vai custar essa “gentileza”. Aos olhos do mundo a forte e convincente propaganda americana os torna bonzinhos. Promover a paz não é prioridade da mesma forma como as tímidas ações em prol do meio ambiente funcionam. Direitos humanos são narrativas que integram os manuais da OAB, Congresso Nacional e ONGs das mais diversas origens e finalidades. Paz na terra somente quando os homens de boa vontade ascenderem ao poder. Se começarmos agora, levaremos década para entender e respeitar as diferentes culturas e suas necessidades. BOA SEMANA!

04/08/2022– 16:10

A candidatura a reeleição de Jair Messias Bolsonaro a Presidência da República foi oficializada na convenção do PL – Partido Liberal 22 – no final de semana passado, tendo como vice o General Braga Neto. Novamente a presença de militar na chapa se repete e os motivos são os mesmos. Dar sustentabilidade a eventual reeleição de Bolsonaro. Com o estado de direito em constante conflito nos 3 poderes, compartilho a opinião de que o atual mandato do presidente está sendo cumprido em razão dessa sustentabilidade. Nos últimos 24 anos o país foi aparelhado nas mais diversas frentes para o desenvolvimento do modelo socialista. Isso não é segredo e o projeto foi iniciado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) com acordos de alternância no poder com o PT e o PMDB. Com a narrativa de que Jair Bolsonaro é ameaça a Democracia, foi constantemente acusado de planejar novo governo militar. Por diversas vezes a esquerda dominante conseguiu confundir a opinião popular. O que se viu, foi nada disso. Por defender a liberdade, a família e a pátria, Jair Bolsonaro é a válvula de escape para que o continente Sul-americano não se vista de vermelho. Para a democracia plena, as eleições no Brasil se revestem de vital importância. Nós brasileiros temos por vocação a liberdade e não é no regime socialista/comunista que iremos tê-la. Não queremos ser catequizados para aceitar a migalhas do Estado. Queremos a liberdade para produzir, realizar, fazer parte e colher os frutos das nossas conquistas e combater a desigualdade. Coreia do Sul, Venezuela, Cuba e tantos outros, são modelos que não cabem na nossa cultura. Regimes opressores são convenientes só para aqueles que no Estado integram as oligarquias. Nababos enriquecendo às custas da penúria do povo. Ao longo dos 24 anos dos governos vocacionados à esquerda, as principais instituições do país foram sendo ocupadas e aparelhadas por militantes que se servem do Estado. O tamanho desse poder é descomunal. As instituições trabalham para que a esquerda volte ao poder e leve adiante o projeto abertamente defendido pelo PT de Lula e aliados. Nas redes sociais existe farto material em vídeo de declarações do petista sobre o projeto de socialismo para o Brasil. O consórcio de imprensa liderado pela Rede Globo em pareceria com a Folha de São Paulo, UOL, BAND e outros, colocou todo seu arsenal humano e tecnológico para massacrar o governo de Bolsonaro como jamais visto em qualquer país civilizado do ocidente. A guerra já não é mais velada. Está escancarada. O tal consórcio não quer saber de democracia, querem a volta das polpudas verbas do governo para sustentar seus oligarcas. Eles não são donos dos destinos do país e nem da verdade. Ser de direita não é crime. Descontextualizar os princípios dessa ideologia é conspirar contra a própria democracia e o estado de direito. Não podem tolher a liberdade impondo regras que vai do “cala-boca” ao desrespeito a Constituição Federal. O Brasil é maior que o jogo de interesses dos grupos protegidos pelos feudos dominantes. O espetáculo da insensatez chega as raias do ridículo. BOA SEMANA!

29/07/2022– 14:28

Vamos fechar o primeiro semestre do ano com muitas inquietações. O cerco à candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição cresce a cada dia. Para se reeleger vai precisar de boas e novas estratégias, além de manter e divulgar os pontos positivos de seu governo. Sabe que não pode prescindir do apoio dos evangélicos e do setor do agronegócio. A favor deles, já nomeou ministro para a Suprema Corte e visitou Vladimir Putin na pré-guerra Rússia-Ucrânia, para garantir fertilizantes para a lavoura. A porta ficou aberta e neste momento o Brasil negocia a compra de óleo diesel russo. É preciso comprar óleo diesel? O produto está escasso e caro no mudo, e a falta deverá se acentuar no segundo semestre. Poderíamos estar melhor se as refinarias projetadas, começadas, e as inconcluídas não dormissem nas gavetas mofadas pela corrupção. Dois exemplos: Abreu e Lima na BA e Premium no MA. Esse combustível é imprescindível para o transporte rodoviário, coletivo e para a colheita no campo. Sem diesel as máquinas não rodam. É possível que a Rússia nos venda e entregue o diesel que necessitamos. A decisão da compra sob o ponto de vista econômico e humanitário é correta. A Rússia está bloqueando a saída de grãos da Ucrânia. A Rússia armazena o trigo e o milho e só vende para quem eles querem. A Argentina se vê às voltas com a falta do diesel para a colheita. A inflação Argentina já bateu na casa do 35%. Deve fechar 2022 com índice superior a 70%. A fome começa a atingir com mais força nosso continente e países africanos. A inflação dos grandes países europeus está na casa dos dois dígitos. Nos EUA bate recordes. Falta combustível no outrora “Senhor do Petróleo”. Na guerra do “ouro negro”, que se desenrola em paralelo com a da Ucrânia, Vladimir Putin está vencendo Joe Biden. O verão europeu traz calor de 40º e torra as lavouras. Para o próximo inverno vai faltar gás para aquecimento na Europa. Estão planejando utilizar madeira para comprometer as agendas dos ambientalistas do Green Peace, Emmanuel Macron, Greta Thunberg e outros influenciadores do nada. Por lá, as florestas são poucas. Nesse cenário, o Brasil ganha importância porque produz cerca de 20% dos alimentos consumidos no mundo e tem o maior índice de preservação de florestas do planeta. Certa feita escrevi aqui que o Brasil é inquebrável e tem um poder de reação de curto prazo que supera as incompetências e os roubos. Somos um país privilegiado em recursos naturais, pela capacidade da indústria de transformação, pelo agronegócio, turismo, serviços e pela criatividade de um povo, tantas vezes relegado e que continua feliz. Nosso problema é político e de interferências que não deixa o país deslanchar. Nossa inflação tem previsão de 7,2% para 2022. O crescimento do PIB é de 2%, que se confirmada, movimentará na economia 9,7 trilhões de reais neste ano. A PEC da Bondade colocará em circulação 41,2 bilhões de reais até dezembro. Mas é preciso ficar atento a possíveis quebras das cadeias globais que podem afetar nossa economia. BOA SEMANA!  

21/07/2022– 15:02

A crise alimentar e energética na Argentina tem raízes no domínio político de Cristina Kirchner. Ela manda mais que o presidente Aberto Fernandes. A inversão nessa hierarquia é uma anomalia. A ex-presidente estabeleceu ao longo de sua vida política uma rede de cumplicidades e dela se vale para exercer um poder do “meu primeiro”. A maioria das agências está controlada e os distúrbios econômicos estão camuflados. Com inflação em alta e diante dos problemas da mesma ordem que assombram diversos países, a Argentina perde a oportunidade de se valer da crise. Com a segunda maior reserva de óleo e gás de xisto, e a vocação para produzir em grande escala o milho, trigo e fertilizantes, a economia sucumbe pelo controle do Estado. O fortalecimento da economia se perde diante de um cenário favorável que está sufocado pelo Kirchnerismo. O problema político é mais contundente que o econômico. A esquerda por lá, tem as mesmas vocações da maioria dos países do continente. O modelo cria oligarquias e controlam o setor produtivo. Ciar um Estado dominante é para dele se valer. Investidores estrangeiros que gostariam de, por lá investir, não o fazem “pelo risco que correm pelas restrições ao acesso ao capital impostas pelo governo”, conforme afirmou o embaixador americano na Argentina, Marc Stanley. Se a Argentina não mudar a velha forma de se relacionar com parceiros potenciais, certamente perderá a oportunidade de surfar na onda de oportunidades que o momento oferece. O mundo está precisando de combustíveis e alimentos. No Equador a situação é análoga. Também sob forte crise econômica com problemas de toda ordem põe o presidente Guillermo Lasso em situação crítica. Após perder alianças no Congresso o presidente ainda enfrenta a renúncia de quatro ministros e acusações de envolvimento com desvios de dinheiro para paraísos fiscais. A crise é tamanha que Lasso recorreu ao FMI para obter empréstimo de 6,5 bilhões de dólares. O brasileiro conhece muito bem as pressões de outrora dos “velhinhos” do FMI. A regra é a mesma para todos. Controlar o déficit fiscal. Aí a coisa se complica. Para acabar com as manifestações lideradas pelo poderoso movimento indígena que detonou também crise política, o governo teve que fazer concessões. Prometeu voltar com o subsídio dos combustíveis na tentativa de baixar o custo de vida. O Equador é exportador de petróleo e o litro de gasolina mesmo subsidiada, tem custo superior a 12 reais/litro. O subsídio vai custar 700 milhões de dólares/ano (37 milhões de reais). Cumprir as metas fiscais impostas pelo FMI está ficando cada vez mais difícil. Durante a paralisação cerca de 50% dos 1000 poços de petróleo pararam por 18 dias. O prejuízo estimado foi de 1 bilhão de dólares. O governo vai ter que bancar o aumento do bônus assistencial aos mais pobres, subsidiar insumos para a agricultura e perdoar dívidas de até 3 mil dólares com entidades públicas. Enquanto isso o Chile promulga a nova Constituição. Não sei onde foram buscar tanta inspiração. Na Venezuela? Em Cuba? Sei lá! BOA SEMANA com a alegria de ser brasileiro.    

14/07/2022– 15:40

Ainda tramita no Congresso Nacional a PLP-18 que limita a aplicação da alíquota do ICMS. O termo objetiva aliviar o impacto na sociedade dos efeitos do preço dos combustíveis que trouxeram a reboque a elevação dos custos do gás natural, energia elétrica, comunicação e transporte coletivo. O PL contempla também a compensação da União às perdas dos Estados. Esses produtos e/ou serviços tem alíquota unificada de 17% e vai favorecer principalmente a população de baixa renda. Mesmo combatida pelas oposições de esquerda, a medida vem em boa hora. Tão acertada que os EUA adotarão ações semelhantes. Prova de que a capacidade econômica brasileira para enfrentar crises é excepcional, apesar das narrativas da “canhota”. Para se ter uma ideia do impacto favorável para o consumidor, em Minas Gerais o Governador Romeu Zema decretou antecipadamente a unificação da alíquota do ICMS em 18%, com redução de 12 bilhões de reais na arrecadação do tributo. No Estado, o ICMS da gasolina era 31%, comunicação 27% e energia elétrica 30%. A PLP foi aprovada com emendas no Senado e retornou a Câmara Federal para os ajustes finais e promulgação. Feito isso, haverá redução de mais 1% no tributo. No Senado a aprovação foi por 65 votos a favor e 12 contra. Os contras são da esquerda radical integrada pelo PT, PSOL e outros nanicos, sob o argumento de que a medida é eleitoreira. Fica evidente de que para eles os interesses políticos se sobrepõem as necessidades básicas da população. Essa mesma população que lhes outorga poder através do voto e depois esquecida. Outros Estados também se anteciparam na redução do ICMS. Com isso o preço dos combustíveis já apresenta queda significativa. Em Ponte Nova a gasolina registra queda superior a 1 real/litro. O grande imbróglio a ser resolvido é o preço do óleo diesel. Com ICMS médio nacional de 14% não integra a PLP 18/2022. A redução do tributo do diesel tem contorno político. Historicamente é a primeira vez que o diesel custa mais que a gasolina. Atingir os caminhoneiros abre as perspectivas de greve cuja conta vai a débito da candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição. A bolsa de R$1 mil dada pelo Governo é insuficiente. Reduzir o preço do diesel traz benefícios imediatos e favorece a população. É preciso que o Congresso Nacional e o Governo Federal encontrem solução imediata que favoreça a economia como um todo. Essas medidas são paliativas. É preciso rever a fórmula como a Petrobras baliza seus preços. Atualmente o barril do petróleo do tipo Brent e a variação cambial do dólar norteiam as manobras da Estatal. Em março passado, o Senado aprovou a PL 1471/2022 que muda esse critério. O Projeto voltou a Câmara e por lá hiberna no fundo do baú. Decifrar as forças impeditivas é exercício que foge ao entendimento da maioria dos consumidores. Em que pese os interesses escusos, o Brasil segue em situação privilegiada e colhe os frutos da política econômica adequada a potencialização dos nossos recursos. BOA SEMANA.

08/07/2022– 10:53

Adilson Bombassaro Existe uma crise econômica afetando diversos países, principalmente no bloco Europeu. Desde a ampliação da abertura de mercado criou-se uma interdependência entre nações. A China precisa da soja e da carne brasileira. A Europa é depende do petróleo e gás da Rússia. O Brasil precisa dos fertilizantes russos e do trigo argentino. A Ásia consome grande parte da produção da carne de ave que produzimos. Para as vizinhas Argentina e Paraguai exportamos combustíveis. Nossa carne bovina/suína vai para vários países. A Venezuela compra arroz do Brasil. Os vinhos argentinos e chilenos são sempre bem-vindos. Nossos minérios de ferro e aço alimentam indústrias de várias partes do mundo. Compramos confecções e uma infinidade de badulaques da China. Exportamos calçados e importamos óleo diesel. Essa dinâmica do vai e vem consolida-se pela formação de blocos econômicos nos diversos continentes. Por meio deles, os países, com interesses em comum, fazem negócios importantes beneficiados pelas regras tributárias favoráveis. A produção deixou de visar apenas o mercado interno e tem atraído investimentos. Todos se beneficiam e uns mais que outros. O Brasil se vale da alta produtividade do agronegócio. Produzindo cerca de 20% dos alimentos necessários no mundo, temos situação privilegiada, melhor do que outros parceiros do Mercosul. Nosso território possui riquezas e condições climáticas favoráveis para uma economia diversificada e de alta performance. Mesmo diante desse potencial, não somos imunes aos efeitos da inflação e das retrações globais. Dentre os principais blocos econômicos está a NAFTA, conhecida como “Acordo de Livre Comércio da América do Norte”. O acordo foi firmado entre Estados Unidos, Canadá e México. É considerado o mais importante do planeta. O segundo mais importante é a “UE” – União Europeia composta por 28 países, com 19 deles integrando a zona do EURO por adotarem essa moeda. O Bloco surgiu após a Segunda Guerra Mundial para promover a paz e o desenvolvimento econômico. No nosso continente criou-se o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) para a prática do livre comércio. Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai são os signatários. Outros países também participam com menos privilégios e deveres. APEC é a sigla da Ásia-Pacific Economic Cooperations, integrando 21 países da Ásia, Oceania, América do Norte, Central e do Sul. Por fim a CEI, sigla da Comunidade dos Estados Independentes, reunindo a maioria das repúblicas que eram membros da União Soviética. O principal objetivo desse bloco é criar um sistema de defesa econômica entre as nações da antiga União Soviética. Cada uma dessas organizações possui suas normas. Fato que não impediu os “Acordos Comerciais” bilaterais específicos para atender a demanda de produtos escassos ou inexistentes no Bloco. A economia é dinâmica e sob qualquer ameaça de estagnação criam-se alternativas. Empreendedores não param de prospectar oportunidades nos diversos mercados e situações. Nações com alto poder de consumo como a Índia, China, Rússia, EUA, Europa e Brasil são alvos para negócios. A diversidade de nossas riquezas e a capacidade de transformação, nos dá a perspectiva de passar por mais essa crise e sair lá na frente fortalecidos. “BORA BRASIL”. BOA SEMANA!

01/07/2022– 10:06

Aumentos frequentes dos combustíveis por parte da Petrobras emergem de seu lado obscuro. Uma Estatal de capital aberto com ações negociadas nas principais bolsas, tem em sua governança corporativa amparo legal para fazer o que quiser. Preço é uma decisão da empresa, não do governo. Ao presidente da República cabe apenas nomear o presidente da petroleira. E para por aí. A conhecida prerrogativa também se dá em outras frentes. Só para relembrar, o presidente nomeou o Diretor-geral da Polícia Federal. Vetaram a primeira nomeação. Na segunda ficou proibido de pedir qualquer informação a PF. Para o STF também nomeia ministro. E para por aí. Pediu planilha de custos da Petrobras e não foi atendido nem ao menos com um não. O que há de sombrio nessa história? Em setembro de 2010 no governo de Lula (PT) a empresa ficou conhecida internacionalmente por efetuar a maior capitalização em capital aberto da história: 72,8 bilhões de dólares (a época 127,4 bilhões de reais). Grupos de especialistas em investimentos em petroleiras se uniram aos capitalizados brasileiros e compraram a maioria das ações. Hoje controlam os Conselhos de Administração e de Acionistas e defendem a atual política agressiva de preços. Ganharam na loteria e acumulam fortunas consideráveis. A Petrobras perdeu força como empresa nacional e o slogan o petróleo é nosso já não conta. Ainda no governo do PT a Estatal amargou em 2014 um prejuízo de 21,5 bilhões de reais em decorrência da corrupção no período de 2004 a 2012. Acionada judicialmente pelos investidores americanos, desembolsou em 2018 quase 3,4 bilhões de reais em indenizações por perdas decorrentes da má gestão. Em 2017 os acionistas minoritários ganham o direito a voto por falta de recebimento de dividendos por 03 anos. Esqueceram de pagá-los ou foi estratégia? Até o 5º escalão os funcionários são acionistas. Lá foram colocados pelas estratégias de poder de Lula, Zé Dirceu e militantes. “Tá dominado, tá tudo dominado”. O recente aumento dos combustíveis em índices inaceitáveis é puxada de tapete. Os esforços do governo e do Congresso para subsidiar o ICMS aos Estados e manter a economia em equilíbrio foi praticamente neutralizado pelo aumento do dia 18 pp. No orçamento da Petrobras foi provisionado para dois trimestres de 2022 a cifra de 200 bilhões de reais para pagar dividendos aos acionistas. Para melhor visualizar veja assim: R$ 200.000.000.000,00. Analistas de dividendos do setor atestam que o valor é superior em 6 vezes ao das melhores petroleiras do mundo. Sortudos! Acabar com a farra passa por ações complexas. A crise é global. Para que o país avance nesse contexto é preciso acabar com o monopólio da Petrobras. Um exemplo americano: em 1911 a Suprema Corte dos EUA deu razão ao Departamento de Justiça e obrigou a Standar Oil a dividir-se em 34 empresas. Dentre elas surgiram a Chevron e Exxon Mobil, hoje entre as maiores do mundo. A pulverização das ações dos controladores da Estatal em diversas empresas menores, os levaria para a iniciativa primada onde o bônus não é tão generoso. Combustível caro não é culpa do Posto. BOA SEMANA!

24/06/2022– 11:58

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