Cultura

Tubos plásticos de conexão utilizados para serviços hidráulicos que, unidos pela sensibilidade, a uma bomba manual, um coletor e um reservatório de água, se transformam em uma máquina de músicas aleatórias. Seu nome é Monjolofone e é uma das obras que o artista plástico Paulo Nenflídio está expondo no Espaço de Eficiência Energética SESI CEMIG, em Belo Horizonte. “Eu subverto as funções originais destes materiais utilizando-os como estruturas de minhas criações”, afirma explicando que o Monjolofone é uma obra totalmente hidráulica e funciona convertendo a água, que antes estava em estado de repouso, em energia cinética, que movimenta os monjolos e produzindo música. Em 2005, Paulo Nenflidio recebeu o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia, em 2011, o Prêmio CNI SESI Marco Antônio Vilaça Artes Plásticas e em 2013 o Prêmio Funarte Marco Antônio Vilaça. “Usar a eletrônica para mim é uma solução meio que natural, devido à minha bagagem”, disse citando, como exemplo, a obra Grilo Solar, que tem como base uma placa solar, que é um dispositivo que transforma energia luminosa em energia elétrica. Os trabalhos de Nenflídio ficarão expostos até janeiro de 2022 no Espaço Eficiência Energética SESI CEMIG, que fica dentro do Museu de Artes e Ofícios SESI (SESI MAO), localizado na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte. O MAO é um espaço dedicado a preservação das antigas artes e ofícios exercidos em Minas Gerais. São 2,5 mil peças/ originais dos séculos XVIII ao XX, entre instrumentos, utensílios, ferramentas, máquinas e equipamentos dos antigos fazeres. O Monjofolone é uma máquina de materiais recicláveis e produz música por meio da água

26/09/2021– 15:19

A Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova (Alepon) entregou para diversos poetas e escritores uma delicada homenagem pela participação no evento cultural “Ponte Nova-Alepon canta para Tunai. Entre elas registramos a nossa colunista Lara Repolez, que recebeu o prêmio das mãos de Rosemary de Paula. Seu poema “Tunai em versos” foi musicalizado pelo cantor, maestro e compositor Délcio Stavanato que o apresentou no palco da OIAB em 13 de agosto deste ano. Para manter viva a memória de Tunai, 11 poetas da Alepon compuseram poemas sobre Tunai, os quais foram musicados por cantores/compositores da cidade.

26/09/2021– 15:14

O Dia Nacional da Rádio e da Radiodifusão é comemorado em 25 de setembro. A data lembra o nascimento de Roquete Pinto, considerado o “Pai do Rádio Brasileiro”. A primeira transmissão radiofônica no Brasil aconteceu no dia 7 setembro de 1922, na comemoração do centenário da independência brasileira. Na ocasião, uma estação de rádio foi instalada no Corcovado, no Rio de Janeiro, para a veiculação de músicas e do discurso do então presidente Epitácio Pessoa. Hoje, mais de o9 mil emissoras operam em todo o território brasileiro com uma cobertura de 83,8% dos domicílios, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert). Em seu início, as emissoras de radiodifusão não eram empresas de radiodifusão, e sim clubes ou sociedades. Centenas de pessoas eram sócias e contribuíam com uma quantia mensal para ajudar nas operações. É por isso que as emissoras tinham denominação de “Rádio Clube” ou “Rádio Sociedade”. Entretanto, esse formato revelou-se insustentável. A partir dos anos 1930, as sociedades de radiodifusão foram se transformando em empresas comerciais. O entusiasmo dos anunciantes foi imediato, mostrando a força do rádio também como veículo publicitário. Já a televisão no Brasil foi inaugurada em 18 de setembro de 1950 com a TV Tupi, de Assis Chateaubriand. Havia os que achavam que a TV ia “matar” o rádio, mas nada disso aconteceu. O Rádio e a Internet Irradiando notícias, avisos de utilidade pública, transmissões esportivas e música, o rádio continua cada vez mais forte. O surgimento de emissoras de rádio e o funcionamento nas 24 horas do dia, cobrindo o mundo via internet, deixou o rádio imprescindível para o dia a dia dos brasileiros. Quem fala na “era de ouro do rádio” referindo-se a tempos passados não se dá conta de que a era de ouro é hoje. Rádio e internet têm uma relação mais próxima do que a maioria das pessoas imagina. A combinação das 02 (duas) pode gerar uma série de novas possibilidades bastante vantajosas para ambas, bastando empregar a estratégia correta. Que tal conversar com seus ouvintes usando as redes sociais? Ou disponibilizar sua estação para ser ouvida via streaming? Com a popularização das transmissões ao vivo pela internet, não é mais necessário usar um aparelho tradicional de rádio para ouvir as suas estações. Dessa forma, o meio se torna independente da sua estrutura original para se tornar acessível de muito mais dispositivos diferentes, desde computadores até smartphones. Trata-se de um impulso enorme para o potencial de audiência de qualquer estação.

26/09/2021– 15:11

O estudante do IFMG (Instituto Federal de Minas Gerais) campus de Ponte Nova, Luizinho Borel, que participa diariamente do programa Canal Reis, contando piadas na Rádio Montanhesa AM 670 Khz, recebeu como incumbência do professor de Literatura, a construção de uma crônica e ele descreveu a vida e a morte do ipê-rosa, que foi plantado em 2003 na frente ao Hospital Arnaldo Gavazza Filho. A crônica foi escrita pela sua colega de estudos no grupo de estudos Meninas Superpoderosas, Fernanda Coelho, que ouviu a narrativa do ipê-rosa e transcreveu. É bom lembrar que Luizinho Borel é deficiente visual e tem ainda outras complicações de saúde, mas é uma pessoa forte e decidida, sempre bem-humorado e antenado nas coisas da vida. A crônica recebeu o nome de Um Suspiro de Esperança, que segue abaixo. “Acordar em um dia qualquer do mês de maio ou junho e, sair de casa, é pedir para se deparar com algum ipê-rosa deixando a paisagem mais colorida e aconchegante. Contudo, apreciar essas belas plantas florescerem em meio à mudança de estação, acaba despertando um sentimento de tristeza e indignação. O ano era 2003 (17 de janeiro) e, no meio da estação das chuvas, a cidade de Ponte Nova foi assolada por uma tromba d’água que acabou inundando uma grande parte da cidade, deixando muitas pessoas desabrigadas e, interditando vias de grande circulação do município. Após esse episódio conturbado, a Prefeitura começou as obras de revitalização/ recuperação da cidade e eu, Luiz, fui um dos muitos voluntários os quais ajudaram nessas ações. Em meio a tantas obras que estavam sendo feitas, um pé de ipê-rosa foi plantado em frente ao Hospital Arnaldo Gavazza Filho, no meio de uma das rotatórias de maior circulação de pessoas de nossa cidade, como um símbolo de que, mesmo nos momentos mais difíceis, a esperança sempre tende a prevalecer. Após anos do incidente da tromba d’água, com a cidade totalmente recuperada e, sem muitos sinais de que algo tão ruim teria acontecido, lá estava o ipê rosa embelezando o Bairro Guarapiranga, florescendo lindamente em todos os meses de maio ou de junho, que se sucederam. Contudo, no ano de 2019, a mesma Prefeitura, que teve a iniciativa de plantar a bela árvore no local, foi a mesma que a tirou sem mais nem menos, indo contra os pedidos de grande parte da população, que considerava aquela árvore como um dos símbolos de nossa cidade, que por quase 17 anos, acabou servindo de consolo para muitas pessoas que perderam seus entes próximo daquele lugar. Depois de sua retirada, uma bela fonte foi construída sobre o local. Contudo, o sentimento de indignação e tristeza já estava nos corações de todos que passavam por aquele local todos os dias, além daqueles que, mesmo sendo internados no hospital tinham um vislumbre de esperança por meio de suas janelas. Sentimento esse que se instalou nos corações de todo o mundo, com a avanço da pandemia, chegando até mesmo naquele mesmo hospital que esteve à sombra do ipê-rosa por tanto tempo. Agora, os meses de maio ou de junho deixaram de ser tão coloridos como eram antes em nossa aconchegante cidade, a qual se via toda colorida pelas cores vibrantes dos ipês, pois faltava um deles”. Luizinho Borel fez a oralidade do fato acontecido com o ipê-rosa e Fernanda Coelho reproduziu a escrita da crônica

22/09/2021– 16:06

Nascido em 10 de novembro de 1917, Adson Rodrigues Bicalho foi pianista, compositor e violinista. Hoje, ele dá o nome ao Centro de Experimental de Artes Maestro Adson Bicalho, como homenagem póstuma, após aprovação, por unanimidade na Câmara de vereadores de Viçosa, em 2011, ano de seu falecimento. Adson Bicalho era conhecido por Pequeno Gigante (tinha 1,32 m). O violino do músico o acompanhou em diversas empreitadas artísticas, como no Sexteto Melodia (1952), grupo musical que tocava samba, valsa, bolero e samba-canção; no Bossa Seis (1968), com um estilo de música mais jovial, se entregando à jovem guarda; e na Adson’s Orquestra (1970), abordando o jazz, o blues e o samba.

19/09/2021– 16:21

Ponte Nova perde mais uma grande figura dos meios musicais, o Filipinho do Trio Garça, também conhecido como “Felipe Empresário”, como costumava se designar para as pessoas que o procuravam para contratar o Trio Garça. Além de músico, Filipinho foi servidor público municipal na área da construção civil, onde trabalha como pedreiro e também servente de pedreiro. O Trio Garça surgiu nos anos 1980, mais precisamente na época do então prefeito Sette de Barros (1983/1988). Aliás, o Trio Garça sempre foi um dos contratados da Prefeitura para tocar em eventos, naquela época em que os artistas começaram a receber cachês, pois antes cantavam de graça (um absurdo e exploração).

19/09/2021– 16:16

O violino do maestro Adson Rodrigues Bicalho, considerado um dos maiores personagens da cultura musical de Viçosa, passou por um processo de restauração. O instrumento foi tombado como patrimônio cultural do município em 2016. A decisão de optar pela restauração foi tomada em julho de 2021, devido ao mau estado de conservação que ele se encontrava. O violino ficará em exposição na Pinacoteca Municipal, na antiga sede da prefeitura municipal de Viçosa. O trabalho de restauração foi feito Antônio de Pádua Gomide, renomado luthier de Viçosa, com acompanhamento da chefe do Departamento de Patrimônio Histórico (DPH/Viçosa), Helena Fortes. O procedimento consistiu em colar o tampo traseiro, onde estava quebrado, e renovar o aspecto da madeira com camadas de verniz, trazendo mais brilho e proteção para o violino.

19/09/2021– 16:11

Na quinta-feira, dia 09 de setembro, a secretaria municipal de Cultura e Turismo (Semct) abriu a temporada de eventos ao vivo e com a participação de populares. O primeiro Chá, Café e Poesia realizado no Centro de Memória, que hoje abriga a administração da Semct, no Centro Histórico (atrás da Matriz de São Sebastião), teve como atrações o cantor Cícero Moreno e o maestro Fernando Paixão, com solo de clarineta. O evento foi organizado pela secretária Fernanda Ribeiro, a coordenadora de Cultura e Movimentos Culturais, Camila Monteiro Tavares Sotero, e Olegário Lopes Neto, que preparou os tradicionais Chá e Café, que se misturaram com declamadores de Poesia da Academia de Letras, Ciência e Artes de Ponte Nova (Alepon). O tema foi a Independência do Brasil, que segundo Camila teve um gostinho especial, pois foi o primeiro evento de retoma da, após 02 longos anos sem eventos presenciais. “Neste evento, também fizemos a entrega das barracas, que adquirimos para os feirantes da Feira Livre (Feirinha da Cidade), que é realizada toda da terça-feira, a partir de 17h, em frente à prefeitura municipal, no Centro Histórico”, disse Camila à reportagem do caderno CULTURA EM CONSTRUÇÃO. Cícero Moreno no palco do Chá, Café e Poesia

19/09/2021– 16:07

O mês de setembro lembra que o mês é marcado por mudanças. Em 2021, a mudança de estação - do Outono para a Primavera - ocorre exatamente no dia 22, às 16h21. No dia 1º, a Rádio Nacional da Amazônia completou 44 anos. No dia 7 de setembro, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, atual Rádio MEC, completou 99 anos no ar e no dia 12, a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, completou 85 anos. Setembro tem ainda os 20 anos dos ataques às Torres Gêmeas nos Estados Unidos no dia 11 (relembrados pelo Líder Notícias, edição 454 (10/ 09). No próximo domingo, 19/ 09, registram-se os nascimentos dom Paulo Evaristo Arns (100 anos), além de Zizinho, Zé Keti e Paulo Freire (Falecidos). Os 85 anos do escritor gaúcho, Luís Fernando Veríssimo são comemorados no dia 26/09 (vivo). O Dia Nacional da Televisão é amanhã, dia 18 e do Rádio, no dia 25. As datas são alguns dos 128 fatos históricos, datas comemorativas e feriados selecionados pelo Projeto Efemérides, da “Empresa Brasil de Comunicação (EBC) ”. Ele foi criado com o objetivo de oferecer mais um serviço para as áreas produtoras de conteúdo por meio de sugestões de pautas para matérias jornalísticas. A equipe da Gerência de Acervo atende aos pedidos de pesquisa: envie e-mail para [email protected]. Freddy Mercury nascia há 75 anos Mesmo antes de ser tema de um grande filme hollywoodiano, Bohemian Rhapsody, a trajetória de Freddie Mercury marcou muita gente ao redor do mundo. O vocalista do Queen, uma das maiores bandas de rock da história, é conhecido por ter uma extensão vocal como nunca antes vista, um vozeirão incrível e um estilo inconfundível. Com o nome de Farokh Bulsara, Freddie nasceu no dia 5 de setembro de 1946 em Zanzibar, na África Ocidental, hoje Tanzânia. Ele teve o início da sua educação na St. Peter Boarding School, uma escola para meninos focada na educação inglesa e com aulas de piano. É aí que começa a nascer Freddy Mercury. Quando ele tinha 17 anos, sua família mudou-se para Londres (Inglaterra). Lá, formou-se em design gráfico e foi pulando entre empregos: vendedor de roupas ao lado de sua namorada Mary Austin e até atendente de aeroporto. Em 1970, a história começou a se desenhar quando Freddie se juntou a Roger May e Brian Taylor em uma banda chamada Smile. A banda Smile mudou de nome e ganhou um baixista, John Deacon. A recém-formada Queen lançou alguns discos, como Queen I e Queen II, com alguma recepção na Inglaterra e no Reino Unido. O primeiro hit do Queen foi a faixa Killer Queen. Mas, foi em 1975, que tudo começou a mudar, após o lançamento do disco A Night At The Opera. Com apenas 05 (cinco) anos de carreira, a banda tinha criado uma das maiores músicas da história do rock’n roll misturado com ópera. Foi a primeira grande banda europeia a se apresentar na América do Sul. Os shows em São Paulo tiveram uma audiência de quase 300 mil pessoas no total. Seu retorno foi em 1985, no icônico Rock in Rio. O resto todo mundo sabe, inclusive da sua morte em 24 de novembro de 1991, 02 (dois) depois de ter declarado publicado que era soropositivo do HIV (AIDS). Freddy Mercury em um dos maiores shows do Queen: aconteceu no Rock In Rio, em 1985

19/09/2021– 15:25

Quem está feliz da vida é Eduardo Mengão. Ele acaba de informar ao Líder Notícias que o livro “Um Canto para o Rio” agora faz parte da biblioteca da Escola Estadual Professor Raymundo Martiniano Ferreira, o Polivalente, dirigido pela professora Ana Regina. Foram adquiridos 30 exemplares. Eduardo Mengão diz que isto aconteceu depois publicamos uma reportagem sobre o livro. Se fora, ficamos mais felizes ainda”. Livros de Roberta Brangioni ocupam estantes do Polivalente

09/09/2021– 15:15

No dia 11 de agosto, a Companhia das Letras relançou “Casa de alvenaria”, Carolina Maria de Jesus, escritora negra que morreu em 1977, com 63 anos. O resgate desse livro e de toda a obra da autora mineira tem à frente o conselho editorial presidido por Vera Eunice de Jesus, filha dela, e a escritora Conceição Evaristo, além de pesquisadores e pesquisadoras. Carolina Maria de Jesus vendeu mais de 100 mil cópias de “Quarto de despejo”, best-seller traduzido para 13 idiomas. Além do diário que a lançou, escreveu contos, poesias e romances. Com livros publicados, transitando por diversos gêneros e destaque entre os autores brasileiros que mais venderam em todos os tempos. ‘’Minha mãe era assim: ela dava um caderno para alguém ler, se a pessoa dizia “Ah, que lindo”, ela respondia: “você gostou, leva e depois você me entrega”, disse Vera Eunice de Jesus, filha de Carolina de Jesus, que foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil e é considerada uma das mais importantes escritoras do país.  

09/09/2021– 14:57

Com apoio da AmaCopa foram plantadas mudas de árvores nativas ao longo do antigo leito ferroviário Integrantes da produção e direção do documentário “Piranga, o Herói Taciturno”, patrocinado pela Bartofil Distribuidora por meio do nãopagamento de Imposto de Renda via Lei Nacional de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet), estiveram em Ponte Nova para dar sequência às filmagens externas e participaram no domingo, 29 de agosto, de plantio de 23 mudas de árvores nativas do Bioma Mata Atlântica, para compensar o monóxido de carbono expelido pelos canos da van que transporta os integrantes da Produtora Atlântico Filmes e da Impulso Filmes (coprodutora). O plantio ocorreu na margem do antigo leito ferroviário, em Copacabana, que teve sua vegetação destruída por incêndio, afetando, inclusive a área da nascente que abastece o chafariz de Copacabana. A direção do documentário ainda doou uma quantia em dinheiro para os trabalhos da AmaCopa (Associação Comunitária dos Amigos e Moradores do Bairro Copacabana e Adjacências), representada na ocasião por seu presidente, Marcinho de Belim. Além dos dirigentes do documentário, participaram do evento ecológico, o dirigente do Sind-Ute (Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação do Estado de Minas Gerais), Newton Totino Pinguelli, o editor do Líder Notícias, Ricardo Motta e apoio para abertura dos berçários (covas), Felipe Salgado, morador do Bairro Copacabana. Mudas de árvores nativas plantadas em 29/08 são cuidadas diariamente por Felipe Salgado

09/09/2021– 13:33

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